quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Karnal, minha alma gêmea!

Se eu acreditasse em alma gêmea, escolheria Leandro Karnal e Fabrício Carpinejar para viverem comigo! kkkkkkkkk

"Talvez seja a última defesa de todo ser humano: ser invejado. Alguém que não tem sequer algo a ser invejado, realmente está no fim da pirâmide alimentar humana. Mais de uma vez, ao ouvir alguém se anunciar alvo de muita inveja, tenho o impulso interno de perguntar: "Mas do quê?" Não faço a pergunta, não seria elegante. Balanço a cabeça e tenho uma clássica reação bovina: hummm...Se o destino e a natureza já retiraram tudo de alguém, por que eu deveria retirar a última crença de valor dela?". (Leandro Karnal)

Nota: Crença. Até que ponto? Rindo alto. Karnal é tudo nesta vida.

Outra preciosidade


Who will love you?




Até agora não conformo que esta música não esteja no no Spotify...

"Who will need me?
Do you break my heart? do I have to go? does it mean we've loved somebody?
Now I'm losing
Do we have to cheat? do we have to lie? does it mean I've loved somebody?
Who will hold me?
Do we learn to cry? do we have to hate? does it mean we've loved somebody?
Now I'm fighting amore si
Does it mean I'm real? does it make me sane?"

Nota: Tanita Tikaram é uma cantora alemã. Uma música muito conhecida dela é Cathedral Song, regravada aqui no Brasil por Renato Russo e Zélia Duncan. Tanita é pouco conhecida. Talvez seja este o motivo de não encontrá-la no Spotify.

Cautela!

Uma receita de Chef:

Cubra a panela.

Abaixe o fogo.

E deixe ferver  lentamente.

Se quiser deixar marinando de um dia para o outro...legal tb.


Obs: O que mais tenho visto é o contrário. Consideram o amor, uma peça de carne de segunda, jogam tudo na panela de pressão para amolecer rápido. Queimam etapas. Chamam de amor, rs. Acham que chegou a hora finalmente. Acreditam nisso! Jogam lenha na fogueira. Vem a chuva em hora inoportuna. Acaba com o fogo, molha o violão, molha o coração. E numa pressa absurda, a pessoa se seca. E pula outra etapa. Vai ao mercado, compra outra carne, coloca na panela de pressão...e a salve rainha recomeça. 


Papapapapara





Adoro o papapapapara......música gostosa de ouvir, rapaz! Rapaz de sorte, a mocinha da música quer lhe dar amor e fazer uma mágica: abrir o coração do rapaz. E papapapapara.

Segundo a música, tristezas e mágoas não levam a nada. 

Bom, elas já me levaram a Paris. 

De qualquer forma, amei a letra; e se a ambulância chegar a tempo, o fato de terem me atropelado sem ligar a seta do carro, sem avisar nada, ainda restará uma pontinha de esperança. Quem sabe eu todo felizinha, lalalalalala, só quero seu amor, lalalalala. Quem sabe...

Achei algo em comum entre a música de Bárbara Eugênia com a Sound and Vision do David Bowie. Adoro a batidinha!

Aliás, grande cantora, a Bárbara! 




Você foi embora no meio da frase

Você foi embora no meio da frase. Eu me calei!

Me calei uma semana, depois um mês, outro mês.

Calei. Mas não consenti.

A regra de quem cala é que ela consente. Ou seja, aceita.

Não consenti. Só calei.

Um brinde aos que se foram...

E àqueles que os continuam amando...calados




Nota da Carol: 

Quem cala, consente! 

Senhorita frase, seus dias se foram há tempos. Nem todos que se calam, consentem. Alguns que se calam guardam dores, outros ganham presentes como câncer na época do Natal, ou outros deixam seu lado legal e real na gaveta trancada.

sábado, 18 de novembro de 2017

A música, um meio poderos de comunicação!


A música sempre encontrando uma maneira de ser útil, seja ao enviar uma mensagem, um alívio, algo de dentro para fora, para conquistar, para chorar, dançar, rir, enfim... Hoje, num café, escutei uma banda francesa muito legal, a HK & Les Saltimbanks. Percebi diversas manifestações de ritmos, mas o que mais me chamou a atenção foi o reggae, algo bem algeriano. Pois bem, fui pesquisar e não é que eles são de origem algeriana mesmo?! Percebi pelas letras um tom bem social, como em "Citoyan du Monde" (cidadão do mundo). Uma maneira deles descreverem a exclusão social, as desigualdades e o consumo exagerado das pessoas. 



Não nos libertamos


Iremos ao baile esta noite


Sem ódio, sem armas e sem violência